Com quem você discute as decisões difíceis?
Se a resposta for "com ninguém" ou "comigo mesmo, de madrugada" você não precisa de mais um relatório. Precisa de mais gente boa na mesa.
Sem apresentação e sem proposta genérica. Você conta como a empresa vende e como ela entrega, e a gente diz, na hora, se tem algo travando. Se não tiver, falamos isso também.
Método FMC — Fontes, Memória, Critério
CONSELHO PERMANENTE - MOTOR DE INTELIGÊNCIA OPERACIONAL
Para empresas de R$ 2 a 30 milhões de faturamento · Sigilo assinado antes do primeiro documento · Uma empresa N2 Code
O problema
Você tem diretores. E as decisões difíceis continuam chegando em você.
Talvez exista um comercial, alguém tocando a operação, alguém cuidando da administração. Gente boa. E mesmo assim, quando a decisão é grande, ela sobe — e para na sua mesa.
Não é deslealdade nem incompetência. É estrutura. Cada um enxerga o próprio pedaço e ninguém cruza os pedaços. Quem vende não sabe o que custa entregar. Quem entrega não sabe o que foi prometido na proposta. Quem administra descobre o escopo mudado quando já virou retrabalho. E, depois da reunião, ninguém é dono da decisão.
No fim, a única pessoa com a empresa inteira na cabeça é você. E cabeça humana não cruza dados: ela decide por percepção. A percepção costuma estar certa na direção e errada no tamanho.
Você não tem falta de gente. Tem falta de mesa. Ninguém à sua volta estudou a empresa inteira, e o único que estudou é você.
O custo de decidir sozinho
1 pessoa
decide tudo na sua empresa. E é a mesma pessoa que executa.
2 anos
é o tempo médio até um problema de escopo ou de capacidade aparecer. Normalmente por acidente, quando o cliente reclama.
7 de 10
decisões tomadas em reunião morrem sem dono, sem prazo e sem ninguém para cobrar.
Ordens de grandeza observadas em empresas de serviço; não substituem a análise do seu caso.
Por que nada resolve isso hoje
O que você consideraria contratar e por que nenhuma opção resolve.
Contratar um diretor de operações
R$ 45 a 130 mil/mês
Com encargos. Seis meses até entender a empresa, e você aposta a estrutura inteira numa pessoa só.
Gerente comercial sênior
R$ 15 a 25 mil/mês
Olha o funil e a meta. Não cruza o que foi vendido com o que a operação consegue entregar.
Consultoria de processos
R$ 20 a 60 mil por projeto
Desenha o processo, entrega o relatório e vai embora. Ninguém volta para conferir se aconteceu.
Um PMO ou assistente executivo
R$ 6 a 12 mil/mês
Organiza a agenda e a lista de tarefas. Não tem lugar para discordar de você com informação na mão.
Seu sistema de gestão
Já está pago
Registra o que aconteceu, do jeito que foi digitado. Não diz qual cliente não deveria ter sido aceito.
Um BI
Licença + analista
Mostra o indicador e não tem opinião. Exige alguém para configurar e manter.
Você mesmo, de madrugada
Seu domingo
Funciona até o mês em que você fica sem tempo. Depois envelhece em silêncio.
Faixas praticadas no mercado brasileiro, levantamento de agosto de 2026.
A solução
Um conselho permanente. Quatro cadeiras.
Não é um consultor com contrato longo. Não é software para você configurar. São assentos ocupados — cada um responsável por uma pergunta que hoje ninguém na sua empresa tem tempo de responder.
O comercial
Estamos vendendo para quem deveríamos?
O perfil de cliente que a operação entrega bem contra o perfil que só dá volume. Quase nunca são o mesmo, e a diferença costuma ser maior do que qualquer sócio imagina.
O de operações
O que está caro, lento ou refeito e ninguém mediu?
Custo real por entrega, retrabalho que ninguém somou, prazo estourado, capacidade ociosa. E o contrato cujo escopo dobrou sem aditivo — que é onde o trabalho aumenta sem aparecer em lugar nenhum.
A administração, o orquestrador
Quem é dono de quê, e o que está sem dono?
Cruza o que foi vendido, o que foi contratado e o que a operação está fazendo. Aponta a decisão sem dono, o processo que depende de você e a rotina que existe só na cabeça de uma pessoa.
O chefe de gabinete
O que foi decidido e não foi feito?
Registra cada decisão com prazo e responsável, e volta para cobrar. Abre toda reunião prestando contas da anterior — antes de qualquer assunto novo.
O chefe de gabinete vem em todos os planos. No terceiro mês, ele lembra do que foi discutido no primeiro. Você não lembra. Seu consultor também não.
Uma reunião de verdade
Não é um parecer. É uma discussão — com a discordância registrada.
Um trecho de ata, no formato exato em que ela chega até você.
Comercial
O Contrato Vega é 19% do faturamento e vem do perfil de cliente que a gente entrega pior: escopo aberto, três áreas envolvidas, aprovação lenta.
Carteira de clientes, agosto · proposta comercial de 03/2023, cláusula de escopo
Operações
Confirmo. O Vega consome 2,4 vezes mais horas por entrega que a média da carteira, e 31% disso é retrabalho.
Ordens de serviço 2025, abril a julho · apontamento de horas por projeto
Administração
O escopo mudou em abril e nunca teve aditivo. E não existe dono: cada área acha que a aprovação é da outra.
Chefe de gabinete
Isso já foi discutido em 12 de março. A decisão foi "revisar o escopo" e ninguém revisou.
Ata do ciclo 02, item 3
Decisão registrada
Aditivo de escopo até 30/09 · responsável definido em reunião · cobrança automática em 15/09
Exemplo ilustrativo, construído para mostrar o formato.
Toda afirmação vem com a linha do seu documento que a originou. Você confere, não confia.
Como isso se sustenta
Método FMC: Fontes, Memória, Critério.
Sua empresa não tem falta de informação. Tem falta de compilação.
Tudo o que a mesa precisa saber já existe na sua empresa espalhado por documentos, sistemas e cabeças. O método é o que transforma isso em uma coisa só, que se mantém viva e não depende de ninguém lembrar.
F
Fontes
Seus documentos entram e ficam intactos. DRE, contratos, base de clientes, folha, entregas. Nada é editado: se um número está errado, a correção vira um registro novo e o original continua lá.
Por isso toda afirmação, meses depois, ainda aponta para uma página e uma linha.
M
Memória
O que a sua empresa sabe sobre si mesma, escrito em afirmações curtas e ligadas entre si. Quem são os clientes, quanto cada um dá de margem real, o que foi decidido e o que aconteceu depois.
Ninguém reexplica a empresa. E quando alguém sai, o que essa pessoa sabia fica.
C
Critério
As regras que definem o que entra e o que fazer quando duas informações se contradizem. Quando o custo real de uma entrega contradiz a margem contábil, as duas versões ficam registradas e a divergência sobe para a mesa.
É por isso que a mesa discorda de si mesma em vez de te entregar uma opinião confortável.
Como costuma ser
Com o método FMC
Cada análise recomeça do zero
Cada análise parte de tudo o que já se sabe
A resposta muda conforme quem pergunta
A resposta é a mesma, e tem origem
O conhecimento mora nas pessoas
O conhecimento mora na empresa
Contradição passa despercebida
Contradição é registrada e sobe para a mesa
Decisão tomada é decisão esquecida
Decisão tomada é decisão cobrada
No primeiro ciclo, o método parece burocracia. No sexto, é a razão pela qual a mesa sabe mais sobre a sua empresa do que qualquer pessoa que trabalha nela.
Uma última coisa, e ela é a mais importante: a decisão nunca muda de mão. O método não decide nada. Ele mantém a mesa em condições de te ajudar a decidir.
Como começa
Dez dias. Duas horas do seu tempo.
Você não escolhe as cadeiras no escuro.
Antes de qualquer mesa, um assessment. Ele descobre o que está travando a operação e a carteira hoje e diz quais cadeiras a sua empresa precisa ocupar — e qual primeiro. Quem escolhe sozinho quase sempre escolhe o que doeu por último, e o problema costuma estar em outro lugar.
1
O que está travando a entrega
Em ordem de tamanho, com a linha do seu documento do lado. Sem anexo grosso para justificar preço.
2
O mapa das quatro cadeiras
As quatro pontuadas em dado, cruzamento, cadência e consequência. Com a recomendação de qual abrir primeiro — e o motivo que justifica.
3
O quanto a empresa depende de você
Das suas últimas dez decisões relevantes, quantas passaram pela sua mesa e quantas dependeram de algo que só você sabia.
4
O que entendemos do seu negócio
Escrito para você discordar. Corrigir isso em dois pontos vale mais do que dez achados certos.
Dia 0 ao dia 10
Dia 0
Kickoff, 30 min
Alinhamos o que você espera descobrir e enviamos a lista de documentos.
Dias 1 a 3
Envio dos documentos
Três itens para começar. O resto é pedido no caminho.
Dias 3 a 5
Reconciliação, 30 min
Em toda empresa real, o que está no contrato e o que a operação faz não batem. Perguntamos em vez de supor.
Dias 5 a 9
Estudo
Nenhuma afirmação entra na ata sem ser conferida na origem.
Dia 10
Primeira reunião, 90 min
Traga seus sócios. Começa pelo achado mais incômodo.
Preço
Preço fechado por assento. Nunca por hora.
Cobrar por hora criaria o incentivo errado: demorar mais. O valor é definido antes de começar e não muda.
Porta de entrada
Assessment é a porta de entrada
Até R$ 3 milhões de faturamento
R$ 3.900
De R$ 3 a 15 milhões
R$ 7.900
Acima de R$ 15 milhões
R$ 12.900
Abatido por completo na primeira mensalidade se você contratar um plano em até 30 dias. Na prática: gratuito para quem continua.
Uma cadeira
R$ 4.900/mês
Reunião mensal
- — 1 assento de domínio, definido pelo assessment
- — Chefe de gabinete incluído
- — Ata de cada ciclo, com evidência
- — Decisões registradas e cobradas
Mais escolhido
Duas cadeiras
R$ 8.900/mês
Reuniões quinzenais
- — 2 assentos de domínio, à sua escolha
- — Chefe de gabinete incluído
- — Cruzamento entre as duas cadeiras
- — Ata de cada ciclo, com evidência
- — Decisões registradas e cobradas
Mesa completa
R$ 13.900/mês
Reuniões semanais
- — Comercial, operações e administração
- — Chefe de gabinete incluído
- — Presença na sua reunião de sócios
- — Cenários sob demanda
- — Ata de cada ciclo, com evidência
Um diretor de operações custa a partir de R$ 45 mil por mês, com encargos. É uma cadeira, uma leitura só, e a memória vai embora com ele. A mesa completa custa uma fração disso — com três cadeiras e alguém que não esquece.
Sem fidelidade e sem multa. Um serviço que precisa de contrato para reter não deveria existir.
Condição de fundador
As três primeiras empresas.
Estamos formando a base de casos. As três primeiras ficam com a mesa completa por R$ 3.900 por mês durante 12 meses, com o assessment zerado. Mesmo escopo, mesma cadência, mesma mesa.
Em troca, pedimos três coisas: um depoimento, permissão para usar o resultado como caso anonimizado, e três indicações nominais.
3 vagas · 0 preenchidas
Se não encontrarmos nada material, você não paga.
Ninguém contrata uma mesa para ser tranquilizado. Se ao fim do assessment não houver nenhum achado material na sua operação, na sua carteira de clientes ou na sua cadeia de decisão, devolvemos o valor integral e você fica com tudo o que produzimos. É um risco que assumimos porque, até hoje, sempre há algo.
Sigilo antes do primeiro documento
Acordo de confidencialidade assinado antes de você enviar qualquer coisa.
Seus dados não treinam nada
Não são compartilhados e são devolvidos ou eliminados quando você quiser.
Preço fechado
Definido antes de começar. Não muda no meio.
Antes que você pergunte
As perguntas que todo mundo faz.
Um CFO terceirizado, também chamado de CFO fracionado ou CFO as a service, custa entre R$ 8 mil e R$ 30 mil por mês no Brasil, com a faixa mais comum para pequenas e médias empresas entre R$ 12 mil e R$ 18 mil. Um diretor financeiro contratado em regime CLT custa de R$ 45 mil a R$ 130 mil mensais já com encargos. A diferença é de dedicação: o fracionado trabalha de 4 a 20 horas por semana.
Vale quando a empresa fatura acima de R$ 2 milhões por ano, já tem rotina financeira funcionando e precisa de decisão sênior, não de execução. Não vale quando o problema é lançamento em atraso ou conciliação bancária — isso é BPO financeiro e custa menos. O limite do modelo é a memória: o conhecimento acumulado sai junto com o profissional quando o contrato termina.
Cruze o faturamento por cliente com o custo real de atendê-lo, incluindo horas da equipe, retrabalho e prazo estourado — não apenas o custo que aparece no demonstrativo de resultado. Ordene os clientes por margem e compare com a ordem por faturamento. Na maior parte das empresas de serviço as duas listas são diferentes, e o cliente que mais fatura raramente é o que mais sobra.
A margem contábil é a que aparece no demonstrativo de resultado: receita menos custos lançados. A margem real desconta também o que a contabilidade não captura — retrabalho, escopo que cresceu sem aditivo, prazo estourado e hora de gente sênior gasta apagando incêndio. Em empresas de serviço a diferença entre as duas costuma ser de dezenas de pontos percentuais, e é onde a rentabilidade some sem que ninguém perceba.
Vale para diagnosticar. Falha em fazer acontecer. Um projeto de consultoria para pequena e média empresa custa entre R$ 3 mil e R$ 15 mil no Brasil e entrega um relatório correto — mas termina com uma data de saída, e a execução depende do dono lembrar sozinho. O problema da consultoria não é o diagnóstico: é que ninguém volta para conferir se a decisão foi executada.
A faixa mais frequente de remuneração de conselheiro consultivo no Brasil é de R$ 5 mil a R$ 10 mil por mês, por conselheiro, e cerca de 17% atuam sem remuneração. O IBGC recomenda de três a cinco membros. A limitação prática é o acesso: conselhos consultivos costumam reunir por trimestre e opinar sobre o que foi apresentado na reunião, sem estudar os números da empresa entre um encontro e outro.
Dá, e a resposta costuma ser plausível — mas não é verificável nem permanente. Um modelo genérico não aponta de qual linha do documento cada afirmação saiu, o que impede conferir antes de decidir, e esquece o contexto quando a conversa termina. Para decisão de gestão o requisito não é a resposta: é a rastreabilidade até a página e a linha do documento de origem, e a memória do que já foi decidido.
A Saggaz é um conselho permanente para empresas brasileiras que faturam entre R$ 2 e 30 milhões por ano. Ocupa quatro cadeiras que a empresa normalmente não tem — comercial, operações, administração e chefe de gabinete — estudando os documentos da empresa e entregando, a cada ciclo, uma ata com achados, evidências e decisões registradas. É uma marca de serviço endossada pela N2 Code, sediada em São Carlos, São Paulo.
O assessment de entrada custa entre R$ 3.900 e R$ 12.900 conforme o faturamento da empresa, e é abatido por completo na primeira mensalidade de quem contrata em até 30 dias. Depois, os planos vão de R$ 4.900 por mês com uma cadeira ocupada a R$ 13.900 por mês com a mesa completa e reuniões semanais. Não há fidelidade nem multa de cancelamento.
É seguro quando o acordo de confidencialidade é assinado antes do envio do primeiro arquivo, e não junto com o contrato. Verifique três pontos: se os dados são usados para treinar qualquer modelo, se são compartilhados com terceiros, e se há prazo e método definidos para devolução ou eliminação ao fim do trabalho. A Saggaz assina o acordo antes do primeiro documento e não usa dados de cliente para treinamento.
Você já é sagaz. Faltava a mesa.
Uma conversa de 20 minutos. Sem apresentação, sem proposta genérica. Você conta como a empresa vende e como ela entrega, e a gente diz, na hora, se tem algo travando. Se não tiver, falamos isso também.
Resposta em até 1 dia útil.